A fome de Nelson
September 17, 2008
Título: A FOME DE NELSON |
| Autor :Adriana Armony |
| ISBN : 8501071722 |
| Gênero : Ficção Brasileira - Romance |
| Páginas : 112 |
| Formato : 14×21 |
| Preço: R$ 26,00 |
In Nelson’s Hunger, Adriana Armony re-invents and expands on a famous episode in the life of the internationally acclaimed, late Brazilian playwright, Nelson Rodrigues. As a young man, Nelson had spent some time in a sanatorium in Campos do Jordão, a town situated in the high hills of São Paulo State. There, surrounded by men as sick as himself, in the flesh as much as in the soul, Nelson nurses and heals the heartbreak caused by his Rio de Janeiro lover, Eros Volúsia. In Armony’s novel, a Dostoyesvskian and suspect narrator tells how Nelson writes his very first stage play in this ‘house of death’, sublimating his sickness into art, and creating, with striking compassion, the gallery of tragicomic characters that made him so famous and loved in Brazil and abroad.
Em A FOME DE NELSON, Adriana Armony reinventa um episódio biográfico da juventude de Nelson Rodrigues, quando, rejeitado por sua amada Eros Volúsia e tuberculoso, passa uma temporada no Sanatório de Campos de Jordão entre moribundos da carne e da alma. No romance, um suspeito narrador dostoievskiano conta como nessa “Casa dos mortos” Nelson escreve sua primeira peça, sublimando sua doença em arte e formando sua galeria de personagens tragicômicos com surpreendente compaixão.

September 23, 2008 at 9:26 pm
Cara Adriana,
estou fazendo um projeto com paralelos entre dostoievski e nelson rodrigues. se puder entrar em contato via email seria de grande ajuda.
obrigado.
November 18, 2009 at 2:57 am
Adriana,
Há certas linhas que nos esperam para ser lidas. Esse foi o meu encontro com ‘A fome de Nelson’, eia a sua narrativa para um certo Nelson Rodrigues, doente de amor, doente dos pulmões, doente pela perda do irmão, em circunstâncias tão dramáticas como as que fizeram parte de sua trajetória de ficcionista.
Essa sua prosa que pressupõe, como já sei, pesquisa, afinal trabalhar com personagem de carne e osso – e pior, na figura do protagonista – impõe ao autor tamanha tarefa. Entretanto, para felicidade de nós,leitores, tal pesquisa não veio como penduricalho das tramas que se foram construindo pelo voyerismo do narrador, uma espécie de admirador secreto do intelectual acidental e, por que não, providencialmente transformado em coabitante de sanatório. A sutileza das informações, e até as especulações da origem para o talento de tramaturgo são deixados ali, como presentes para o leitor que parece desejar, você, Adriana: alguém participante e criativo a fazer parte do circuito escritor-obra-leitor.
Em poucas palavras, adorei!
Vou partir brevemente para ‘Judite…’